IrisObservação Clínica

Iris · Observação Clínica

Todo paciente da observação, na tela, agora.

A observação não pode depender de quem lembrou.

Quem está há mais de 24 horas. Quem aguarda vaga de UTI. O que está pendente e há quanto tempo. No computador da sala e no celular do plantão, atualizado por quem está lá.

Sem instalação · Sem plugin · Sem loja de aplicativos
Rodando hoje em duas unidades de emergência

31H Leito 7 · permanência · 2ª volta +7h

A passagem de plantão

O plantão passa. A informação nem sempre.

Quem sai lista de cabeça. Quem entra anota no papel. O que não foi dito não deixa rastro — e no turno seguinte ninguém sabe que faltou.

Troca de turno 07h04 · corredor

Leito 7, senhora de 74 anos, aguardando UTI.

quem sai

Desde quando?

quem entra

Desde ontem.

quem sai

O que não foi dito

  • 31hnão "desde ontem" — o pedido de vaga foi feito anteontem à noite.
  • 04h07a hora em que a tomografia ficou pronta. Ninguém abriu o resultado.
  • 0vezes que a família foi atualizada desde a admissão.

Nenhuma dessas três coisas é culpa de quem passou o plantão. As três estavam registradas em algum lugar — no sistema do laboratório, no papel da regulação, na memória de quem estava lá às quatro da manhã.

O que não existe é o lugar onde as três aparecem juntas, na mesma tela, para a pessoa que assume o turno agora.

O dado existia. Só não estava em lugar nenhum.

Como funciona

Quatro movimentos, e o quarto é o que fecha a conta.

O painel não pede nada além do que a equipe já faz. Ele só faz o que foi feito continuar existindo depois que o turno acaba.

01

Registre em segundos

Escreva, cole a admissão que já está digitada, dite por voz ou fotografe a ficha de papel. A Iris lê e preenche os campos — nome, idade, problemas, plano, leito. Nada é salvo antes de você conferir.

02

Atualize o que muda

Pendências com hora marcada, mudança de destino, evolução a cada doze horas. Cada movimento guarda quem escreveu e quando — sem apagar o que havia antes.

03

Passe o plantão pela tela

Todos os pacientes da unidade, com o tempo de cada um, o que está pendente e quem é o responsável agora. A tela é a passagem.

04

Encerre com desfecho

Alta, internamento, UTI, transferência. O paciente sai da tela e continua contado — é daí que saem permanência, tempo de espera e epidemiologia.

O painel

O topo da tela responde a pergunta que a coordenação faz.

Quantos estão lá dentro, há quanto tempo, esperando o quê. Hoje essa resposta é reconstruída de memória a cada troca de turno, por quem estiver na sala.

Leitura da unidade · agora

Em observação0
Acima de 24h0
Aguardando UTI0
Pendências abertas0
Permanência mediana0h
Altas hoje0
Para enfermaria0
Sem evoluir há 12h0

Cada número é um botão: toque em Acima de 24h e a lista abaixo passa a mostrar só esses três. A leitura de cima e a lista de baixo são a mesma coisa, vista de duas distâncias.

Pendências · o que está parado, e há quanto tempo

Regulação Aguarda leito de UTILeito 7 · nível intensivo 31h Parado
Reavaliação Repetir rotina infecciosaLeito 2 · venceu às 06h00 4h Vencida
Parecer Cirurgia pediátricaLeito 11 · solicitado ontem, 22h40 9h Sem resposta
Exame Tomografia de crânioLeito 7 · resultado liberado 04h07 3h Resolvida

Sem barra e sem gráfico: o que importa é o número de horas, e ele é lido de longe. As vencidas sobem sozinhas para o topo quando chega a hora — é o plantão inteiro que vê, não só quem escreveu.

O painel no computador: leituras da unidade no topo, lista de pacientes com destino, tempo e pendências abaixo, e a fila do que precisa de decisão à direita. O mesmo painel no telefone, com as quatro formas de registrar e as abas na parte de baixo.
A mesma unidade no computador da sala e no telefone do corredor. As telas são do painel de verdade, com pacientes de demonstração: nome, idade, leito, hipótese e hora são inventados. Não usamos paciente real em material de venda — trocar só o nome não desidentifica ninguém dentro do próprio serviço.

Unidades e papéis

Uma unidade ou todas elas.

Cada pessoa entra e vê a sua unidade. A coordenação vê o conjunto, e atravessa de uma para a outra sem digitar senha de novo.

Coordenação

Vê o conjunto

Todas as unidades, os indicadores por mês e por ano, a equipe e os acessos. É o único papel que abre os indicadores.

Plantonista

Vê a unidade inteira

Todos os pacientes da unidade, não só os dele — porque o painel serve como passagem de plantão, e passagem parcial não é passagem.

Interno

Vê e é acompanhado

Registra e evolui sob supervisão. É o papel em que a camada de ensino se encaixa, quando ela chegar.

Em uso hoje Duas unidades: uma emergência clínica de adulto e uma emergência pediátrica.

Nota técnica

Funciona no navegador do hospital.

Sem instalação

Endereço próprio, certificado válido, HTTPS padrão. Não pede programa, não pede plugin, não pede exceção de segurança no navegador.

No computador e no celular

A mesma tela na máquina da sala e no telefone de quem está no corredor. Nada para baixar na loja de aplicativos.

O que o TI precisa fazer

Onde a rede filtra por categoria, o pedido é liberar um endereço na lista — não abrir uma porta nem instalar nada na máquina.

Privacidade

O mínimo para reconhecer o paciente. Nada além.

Nome reservado

Primeiro nome, inicial do meio e último sobrenome — Maria C. Junqueira. Número de prontuário e CPF não entram, e o campo recusa.

Autoria em cada evento

Quem escreveu o quê, e quando. Correção não apaga: o valor antigo fica no histórico, ao lado do novo.

Acesso individual

Uma conta por pessoa, com troca obrigatória da senha no primeiro acesso. Nada de senha compartilhada de plantão.

A família Iris

A observação e o ensino, no mesmo lugar.

Nos serviços onde os cargos se acumulam, quem coordena a emergência também coordena o internato — e hoje são dois trabalhos que não se falam.

O que já existe: a ficha do paciente traz a leitura de referência do quadro — o texto de estudo correspondente, aberto dentro do próprio painel, sem precisar de conta no simulador.

O que vem: o circuito que fecha isso em ensino. Pelo problema do paciente que está na observação, o módulo indexa um caso do simulador e o transforma em atividade da turma — o interno estuda na segunda o que vai discutir na quinta, sobre o paciente que está no leito.

Em desenvolvimento

Iris PreceptorIA · o outro lado da marca

Simulador de atendimento clínico por voz para o internato e para quem vai plantonar. O aluno conversa com um paciente simulado, examina, preenche a ficha e recebe uma devolutiva que cruza o que ele disse com o que ele escreveu.

121 casos, nascidos de um registro hospitalar de mais de mil pacientes graves.

Conhecer a PreceptorIA

Começar

Um piloto em uma unidade.

Uma unidade, um mês, e no fim um relatório do que o painel viu. É a forma mais curta de saber se isto serve ao seu serviço — sem comprometer o hospital inteiro para descobrir.

Piloto em uma unidade

Escolhida por você — a que mais dói.

  • Cadastro das unidades e dos perfis feito com você, nome a nome
  • Acompanhamento durante o primeiro mês de uso
  • Ao fim, o relatório do que o painel viu: permanência, pendências e desfechos

Falar sobre um piloto

Usamos o telefone só para retornar sobre o piloto. Não pedimos CPF nem dado de paciente em nenhum momento desta conversa.

Você atende. A Iris observa.

Desenvolvido pela Levin
Falar sobre um piloto Uma unidade · um mês · um relatório